25 de novembro de 2010

Voltando a cantar na chuva.

Em nossa jornada nobre é muito bom andarmos em uma explosão de alegria, e quem dera que fosse sempre assim, porém somos bombardeados pelo inevitável. Pelo choro incontrolável. Pela vontade de Sumir e calar a voz...

Então passando por esses momentos aprendi quê:

"Em cavernas é que sonhamos mais alto, e sonos solitários é onde habita a verdadeira paz.
Nos vendavais é que as ideias voam e atingem a criatividade.
Nas  escadas do sentimento, o melhor é não olhar para trás, porque  no próximo passo podemos dá de cara com o amor!
São nas tempestades que somos convidados a andar sobre as águas.
É na arena que nascem os grandes Gladiadores, e que se mata um leão por dia.
Quando temos o antídoto da mão estendida ao próximo, nenhum veneno da víbora orgulho nos mortifica.
Quando a camiseta do êxito está molhada de suor é sinal que deixamos a preguiça de lado.
Na hora em que os ponteiros do relógio do solitário marca a palavra "Sozinho", o amigo bem presente oferece um abraço - poderoso abraço que nos liberta.
Que voltando a cantar na chuva, percebemos que a rouquidão é apenas um detalhe entre os sons dos pingos da garoa.
Na mesa do insensato pode não ter o pão, mas no coração do necessitado há multiplicação.
São nos caminhos espinhosos que aprendemos a usar a sandália da superação.
Dando valor ao pequeno, e quando tivermos o muito dividiremos sem preocupação."

Se estás passando por tormentas - cante!
É nas chuvas que encontramos a sonoridade perfeita. Em quanto você canta  a chuva lava sua alma!
Aprenda com os momentos de terror.
Caminhe sem temor, exale confiança e vença... como todos os indesistiveis vencem!

O segredo?
Volte a cantar na chuva... e me conte depois...