22 de novembro de 2010

Meu querer sem ação.

Na imensidão de perguntas, minha cabeça está devagar, com preguiça de pensar. Apenas tenho uma meta, aproveitar a oportunidade e te amar, te massagear e te amar, te beijar e te amar. Ziguezagueando na planície do bem estar, e do querer em particular.
Minha garganta não produz as palavras certas, quando estou com você.
Minha mente está concentrada na tua imagem, rosto do quero ficar com a dose do abrigo perfeito.
Não tenho palavras quando estou dialogando com a tua voz, não tenho ação quando vejo tua foto. A estação insiste em nos separar, em deixar você ai, e eu ficar com saudades aqui, minha forma de presentear teu coração é depositando meu carinho na urna a tua afeição, com resultado sem opinião, camuflado no desejo escondido nas entranhas do amor perdido que só gera em nós um arrependimento tolo que carrega as ideias de lâmpadas apagadas. Tiro o chapéu para tua felicidade, ela faz com que a vida flua como riacho na memória do continuo. que faz com que o peito sofra sem a causa exata, nem o porquê respondido.
O meu querer não quer outra pessoa, não quer comparar com sua ausência com minha infelicidade, não quer comprar briga sem razão aparente, não quer neutralizar teu sentimento de amar.
Quer amar com carinho, e o carinho quer amar com o querer. Faça-me um convite, tenho certeza que a alma que te ama dirá sim, e se renderá.
Junte a tua mão a minha, segue firme sem reservas, minha alma te quer, com toda força contida nela, sem restrições, sem reservas.
Não posso dizer que não te amo, pois por menor que essa partícula seja, faz parte do amar, do corpo quente e do ser em chamar. Do lugar perfeito e da simples entrega, que os lábios deixam, que o gosto penetra.
Eu te quero, com pão ou sem o não, um sim por ação. Não troco teu beijo por nada. Mesmo num tom desafinado eu te amo, os meus ouvidos já se acostumaram com timbre no celular, nas mensagens instantâneas, do dia que virá, em que eu poderei te encontrar... e reconhecer tua face na multidão, na estação.