24 de fevereiro de 2011

Vício de amar!

Os encontros não nos deixarão unidos, e posso dizer que serão nossas escolhas que farão a diferença em tudo isso, no existir, nos faciclos do cotidiano, nas divisórias do dia -a-dia.
Tomar a decisão de amar uma pessoa é uma cruz pra mim, pois se amá-la terei que abrir "aspas" sobre ela e enxergar somente ela.
Na verdade amo demais, respiro demais as pessoas que eu amo e isso explica meu interesse de está perto o bastante desse vício.  
O vício de amar acaba comigo, é como se eu não pudesse desligar uma ligação, embora eu saiba que a conta chegará alta.
O vício é um problema, é uma questão de urgência pra mim, que não passa, que não consigo deixar de sentir.
O vício de amar é calabouço e ao mesmo tempo é liberdade, minha cabeça se confunde com o sim, com o não, acabo não sabendo jogar baralho.
Eu sei, mas se o vício fosse bom não aprisionava, mas falando de amor, essa prisão é a melhor que existe, pois o amor é sublime, é benéfico, é chocolate na boca, insaciável no paladar do querer.
 Aí está um dos motivos pra mim está nesse ciclo impiedoso do saborear.
E que fique bem claro, eu não quero apenas chocolate - quero Você!
Quero o vício que corre em suas veias. Quero ser aprendiz de amar, e conjugar todos os dias esse verbo, verbalizar nosso ser em um, está no teu travesseiro e ser sono tranquilo pra ti, sentir tua respiração, e amanhecer, no vício, na vivência...