17 de fevereiro de 2011

Talvez eu coloque a fatia do pão no prato, seria meu corpo fatiado, compartilhado entre si, ingerido pela vontade de se alimentar, ficando pra traz as migalhas. Restos de incentivos, momentos dilacerados pelos dentes, logo após esquecido pela arrogância predestinada em fatos. A mão vive de ilusão. A Coitada pensa que pode mandar nas pessoas! Ela não manda em nada… Nunca mandou. A mão tem que ser mais humilde para alcançar seus objetivos, subindo degrau após degrau, chegando então ao êxito.