27 de janeiro de 2011

Fragmentos de uma mente confusa.

Piscar, namorar, sair pra passear
Curtir, saudar, focalizar
Atender, dar atenção precisa
Chutar pra cima, não errar o gol
Ter a torcida na palma da mão
freneticamente num puxão
Acordar pra vida, e anestesiado permanecer
Sacudir, patentear e se alegrar
Criança, pião, esconde-esconde e rouba ladrão
Barra manteiga, na geladeira, na mesa
Um tapa na boca, na atmosfera da espera, do talvez
Escalar, mover, saber tudo e escrever
Iludir-se menos, na paixão, sem compaixão, na trave, no banco de reserva
Na saúde, nos ossos, na origem do conhecer, do passatempo, do jogo de damas
Xícara de café, no estômago, na barriga, sem alergia
No claro, pingos de sentimentos no pote da satisfação, tudo levado em consideração
Pelo pão, no jornal o mal, o fato de ontem que não agradou, deixou a dor, na flor, no botão
E era pra ser sem ser, já acostumou pingou
Era tudo lençol
                                                                         No amanhã