28 de março de 2011

E seguindo-o,
 sua respiração o levou. O calor o atraía, e o tédio se revelava.
Não havia livros, o que ele possuía eram suas revistas, seus recortes de jornais do ano anterior, do passado. Ele vivia do que já passou, pois dizia pra si mesmo: 
"É melhor viver de um futuro passado, do que do futuro do amanhã!"
Ele vivia assim, seguia assim, se realizava. Em suas histórias ele colocava ponto final.