25 de abril de 2011

Sentado no chão mesmo, Joaquim lia um livro em um dos vagões de trem de São Paulo. Ali perdido em seu tempo, escondido em cada página o menino se refugiava, tinha esperança.
O livro o  preenchia por inteiro, era o que o salvava. E por mais que o trem demorasse para chegar ao seu destino o menino rezava para que esse momento fosse eterno.