27 de abril de 2011

Realidade.

Sempre apreciei o sorriso bem vindo, a boca falante que trás consigo o envolvimento entre a boa conversa e a atenção necessária. Digo pra mim mesmo: Tenho que aprender a ser mais humano, mais real, mais decidido. E o que realmente me focaliza é a forma de ressurgir espertamente e acreditar em um nada borrado em papel vegetal, ou seja, escrever e nunca concluir. Não gosto da idéia de ser crítico o tempo todo, o que eu preciso é ser desenhado, ter relevo para o tato me notar, absorver-me na pele da rotina e ser presença.