3 de setembro de 2010

O pensamento alheio


O que digo pra você é reflexo do imaginário, obra dissertada com argumentos levados pelo vento da prepotência, rumo ao desconhecido.
De certa forma, tenho que concordar com você, já que tudo que vivemos foi tão precioso que me perco em pensamentos que me elevam ao profundo das carícias.
Concordo sim, pois me sinto outra pessoa, tenho mudado muito, na minha maneira de pensar, meu raciocínio é terreno de cimento sem objeto, sem piso, apenas molhado pela chuva que cai fora do tempo.
Notei que sua percepção é falha quando disse pra mim que era tolice, amar o invisível, e admirar o improvável, digamos... que se é tolice, por que você conseguiu observar comigo a rua norte das possibilidades que tornam as circunstâncias da vida mais emocionante?
Não foi você quem caminho comigo na praia das boas ações? E endireitou meu pensamento ?
Calculou minhas equações com exatidão?
E agora foge como se nada tivesse realmente acontecido. Me deixando sem reação, sem chão, sem solo.
Estou vendo que a vida segue, um dia realmente nos veremos, quem sabe eu continue mudando...
Caí em meu próprio poço - quem se habilita a jogar uma corda de juízo pra mim?
Estou esperando...