21 de julho de 2010


Criatividade: Aprendendo que não se faz tudo sozinho, e uma boa ajuda, dá um destaque maior, que certamente resultará em um resultado, um aplauso!”



          Aplausos inesperados rasgam o silêncio audacioso, folhas de papel em branco resumem delicadamente a existência, mostrando que do nada pode se ganhar vida. O lápis começa a rabiscar traços, linhas, quadrados, retângulos, voltas. Começa a ser criada uma imagem do presente, do belo, do detalhe. O lápis é amigo das mãos da criatividade, é irmão da idéia instantânea, é da família da estratégia, como não se podem destruir pensamentos, o lápis escreve, trazendo movimento suave, sombreando os cantos, os ângulos.

           A mão não desiste facilmente de uma idéia em mente, aflorada, e dessa forma não larga o lápis, que insiste em escrever, em relatar, em falar de forma escrita e visual. A mesa é o que  sustenta o acontecimento relatado, sem ela, não há tranqüilidade! Sem falar, que a melodia do hoje é inspiração para a criação do lápis, que faz contas, subtrai, soma e anota resultados, espero que os resultados apresentados resultem em olhos fixados, lábios que elogiam, e em mãos que tocam.

         O lápis não está sozinho! Ele precisa de cores, de variedade, de atenção! Para que seu projeto escrito ganhe vida, sendo assim, romper um grito, as mãos abrem o estojo, a um número grande de lápis de cor, a união, o trabalho em grupo. De repente aquilo que era cinza, é gerado tonalidades, fica atraente, agradável para os olhos, se ganha aplausos, críticas construtivas, palavras de entusiasmo... O magnífico ganha vida!