18 de outubro de 2010

Há uma canção.

Depois das Grandes tempestades, depois, bem depois das aflições passageiras.
Depois do luar tristonho, depois do tropeço e algema, depois da guerra, depois da dor...

Ouço melodias... pura... suave, que dizia assim...


"O meu alívio te dou... a minha vida te dou
Te remi, filho meu. Filho da Virgem. Filho da estéril
Te amarei sem medidas, sem reservas.
Alegrai - vos, Oh campos!
Exultem ondas grandiosas, e sabei que amo a criatura gerada em dor.
Que amo o desamparado,
Que amo a viúva.
não os deixarei sem refúgio, sem amparo
Sou o teu amor, tua canção!
Dorme em paz..."