1 de julho de 2011

Congelar...



...O que congelava não era o medo, e sim nossa tolice de não acreditar que amores nascem de momentos de fúria. 
E de certo modo a covardia nos jogou fora do elo, da janela dava pra ver sua alegria, mas quando entrava na casa, não havia saída, era como se você não habitasse lá, e permaneci congelado por não acreditar, por não existir em ti.