26 de julho de 2011


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É a esperança de ter saída que me mantém refrigerado por dentro, e tendo noção de escape presto atenção nos teu lábios, vejo de forma latente que queres pronunciar palavras de amor, e nos balbucios do teu ego menina é que se cria em mim a tal esperança alheia, porque de mim mesmo não teria.
Admiro-me ao ver que ainda carregas debaixo dos teus cachos, a
sinceridade, de não me ter... de não me querer!