3 de maio de 2011

Grampola...

Já existente, já corrente, és rio
No balbuciar de charadas, teu sorriso encanta, é simplesmente mágico
não tenho diretrises corretas, tenho funtamentos, teses próprias em forma de embalagens de balas
na tua dança menina, no loiro dos teus cabelos vejo uma saída, uma respiração
Na tua esquina uma espera, uma mochila, um palpitar
Na escala de dó, perco-me em teus tons, teus picicatos
Menina em teus seios encontro repouso, encontro com o sol, vejo a lua
Em tuas curvas a vontade de tê-la, de afogá-la, de posui-la, violar o teu sagrado!
Menina grampola, menina sufocante...