16 de setembro de 2011





O realce da pintura, uma janela para algo longínquo, de se perder de vista.
Não tinha reparado nos teus rios, e as correntes límpidas são a tua agitação.
Uma coisa pede sem restrições: Quero o teu beijo, o adocicado é melhor que a respiração!
Reservo-me em compreender o teu ser essa correnteza plena, força incomum que castiga minha vontade, minha essência. Dirijo-me a tua imagem inaudita. Consagro-me.
Já não tenho a penumbra das colisões, das pinceladas arrogantes, poderio instigante me sufoca. O teu rosto me eleva. Eu tenho salvação?