8 de setembro de 2011

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[...] A infinita vontade dos capítulos escritos no por mim, são reflexões de paixões influenciadas, coisas que só o platônico pode explicar.
Consigo exatamente eliminar as provas que corrigiram, notas em vermelho, que me julgam ser menos inteligente. Hoje prefiro borrar a folha em branco, escrever agressivamente em folha A4 meus piores gritos. 
Dessa vez me liberto de meus medos primogênitos de uma vez por todas.
Respirarei fundo sem intenção  de me afogar, minha âncora já está em terra, minha respiração se desgasta, se dilui.
A infinita vontade dos capítulos já escritos me fazem caminhar por ruas estreitas, ruas parecidas, pra me dizer que tenho que viver mais um pouco, que devo desenhar mais uma vez a paisagem cubo-futurista que sem significado esbanja um excesso de cor, e isso não prende minha atenção. O capítulo já apresentado é ilustrado por pessoas, e quase todas estão em transe, manequins supostamente feitos para distração agressiva, prefiro não continuar olhando para eles. Eles não são vivos...


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