5 de setembro de 2011



Na ponta de uma caneta, em um arquivo de pendrive, em um esconderijo de letras.
Um labirinto se erguia, da maneira, do exagero, do tudo ou nada.
Na tecla do teclado, ou no abraço amigável, na latinha de ervilha, uma queimadura de panela.
No frio la fora, as colheres que lambuzam a face, no brigadeiro caseiro, no doce mais doce,

Eu tinha você... eu tinha exatamente VC...