6 de dezembro de 2010

O Rafah ainda espera...

Estava ouvindo nossa canção, lembrei das batidas do teu coração.



Elas chamam pelo meu nome, pelos meus beijos, pela minha dedicação.


Meu amor por ti já virou devoção!


Preces e preces para que voltes e me abrace, logo após a tempestade.


E com calmaria sejas meu leito, meu cobertor, meu amor.






O Rafah ainda te espera, o Rafah ainda te quer!


Procura o sentido de viver em cada manhã,


sondo meu interior e caio em você, no “I Love You”, no “Forever”


Isso gera forças para que meu eu fique de pé e caminhe.


Alimento, colher após colher é a tua fala pra mim.






O Rafah ainda canta a melodia correta do amor contínuo.


E mesmo desafinado canta, mesmo rouco canta.


Descobriu que a canção que sai do coração angustiado, rompe muros, quebra ferrolhos de ferro.


E traz liberdade ao coração aprisionado pelo sentimento de perda da paixão significante.


O coração insiste em cantar, acredita na composição da partitura do querer e permanece de pé!






O Rafah ainda espera por teu carinho, pela ponta dos teus dedos.


Pelos acordes dos violinos do ser arrepiado, calado por esperar, por amar.


Pra tua mão sou a luva, e sobre teu rosto a chuva.


Tua toalha, teu guardanapo, tua folha de papel.


A ponta da caneta, que escreves, e espera na mesma vírgula pra recomeçar no mesmo ponto-final.