14 de dezembro de 2010

O amor...

O amor tem a capacidade de apertar o coração, de deixá-lo paralisado por alguns minutos, horas ou anos.
Não almejo um amor genérico, apenas um amor sincero e verdadeiro. 
Um amor honesto.
Um amor sem ponto final, porém com atitude leal, sem frescura, mas com aconchego.
Quero um amor com voz de brisa, suave que me direcione ao paraíso, sem volta para o inferno da solidão permanente e angustiante.
Quero um amor que seja escudo, protegendo-me da frieza, da distância acelerada e do ciúmes aparente.
Que o amor seja executável em mim, como um clique de um botão, como um "play".
E aprender que o amor se aventura no insondável ser que se entrega de corpo e alma.
E gritar pra todos ouvirem:

-Nãooooooo!!! Nuncaaaa!!! 
Um amor Tolo, sem graça, sem raiz, sem alicerce.

-Simmmmm!!! Sempre!!!
Um amor perpetuo, com calor, contínuo de se ser, com abraço, com diálogo, enraizado em mim.
Um amor pra vida toda... se catrizado em meu ser.