Preciso mudar, pra valer mudar, ironias me afastam do que verdadeiramente amo, do que procuro e não consigo encontrar, já procurei nas gavetas, nos armários do meu subconsciente. Já perdi. Já era. Não existe mais.
agarrado as diretrizes do que é falho, não consigo me reconstruir, por isso clamo por restituição, clamo como se a casa pegasse fogo, e eu estivesse cercado pelas chamas, pelos problemas, pelos olhares.
Preciso mudar, sem reservas amar. Caminhar na praia do teu ser, e correr, me perder em tuas areias, e agarrar, sentir o cheiro dos teus cabelos encaracolados.
Menina morena, meu coração manda recados pra ti todas as noite... e não tem retorno, não tem respostas.
Até quando machucará meu tolo coração? Ah, Morena! deixa eu te amar. sei que sou básico pra ti, e que é o excesso pra mim.
Mudarei, te amarei, renunciarei o mundo por ti, minha arrogância, meu orgulho, sem apuros... tudo, tudo por que preciso que me ajude a manter meu caminho, sem espinhos, mas com arrepio que só teus beijos podem trazer ao meu corpo desprotegido, com suspiro.
Morena... és flor, as águas te querem, não fujas de mim...
o coração pede pra te amar...
23 de novembro de 2010
Segundo Selo do Eternizado! - Muita Festa...Pessoal
É muito bom quando as pessoas investem na gente, gente como eu muito simples, porém indesistível. E hoje fui generosamente reconhecido pelo blog Ébrio, ele me indicou um super selo " Blog Amigável. Fica marcado aqui minha gratidão e meu zelo, e um abraço fraternal, pois amigos são tesouros da eternidade.
Olha o selo Etenizado:
Olha o selo Etenizado:
"Este selo é o reconhecimento dos ideais que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc... que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, e suas palavras."
Agora é hora de honrar alguns blogs sob o qual eu me alimento diáriamente, o certo seria eu indicar 10 blogs, porém apenas 05 tem preenchido meu vazio. Sendo assim indico:
1. Molhe-se por Anna Agarriberri -" Menina que escreve num tom que toca"
2. Preciso me expressar por Carla - "Linda Carla"
3.More Than Words por Guilherme - " Ele tem um ponto de vista direrenciado"
4.Nara por Nara Cabral - "Quando posto, ela sempre chega primeiro e comenta"
5.Gadê por Gadê - "há todo instante tem um novo post dela, amo lê-los"
Desta forma, fica aqui eternizado em pingos de luz minha gratidão por vcs virem sempre ler meus textos, minhas loucuras, que muita s vezes só eu entendo... rsrs
Um abraço fraternal,
Rafah!
22 de novembro de 2010
Meu querer sem ação.
Na imensidão de perguntas, minha cabeça está devagar, com preguiça de pensar. Apenas tenho uma meta, aproveitar a oportunidade e te amar, te massagear e te amar, te beijar e te amar. Ziguezagueando na planície do bem estar, e do querer em particular.
Minha garganta não produz as palavras certas, quando estou com você.
Minha mente está concentrada na tua imagem, rosto do quero ficar com a dose do abrigo perfeito.
Não tenho palavras quando estou dialogando com a tua voz, não tenho ação quando vejo tua foto. A estação insiste em nos separar, em deixar você ai, e eu ficar com saudades aqui, minha forma de presentear teu coração é depositando meu carinho na urna a tua afeição, com resultado sem opinião, camuflado no desejo escondido nas entranhas do amor perdido que só gera em nós um arrependimento tolo que carrega as ideias de lâmpadas apagadas. Tiro o chapéu para tua felicidade, ela faz com que a vida flua como riacho na memória do continuo. que faz com que o peito sofra sem a causa exata, nem o porquê respondido.
O meu querer não quer outra pessoa, não quer comparar com sua ausência com minha infelicidade, não quer comprar briga sem razão aparente, não quer neutralizar teu sentimento de amar.
Quer amar com carinho, e o carinho quer amar com o querer. Faça-me um convite, tenho certeza que a alma que te ama dirá sim, e se renderá.
Junte a tua mão a minha, segue firme sem reservas, minha alma te quer, com toda força contida nela, sem restrições, sem reservas.
Não posso dizer que não te amo, pois por menor que essa partícula seja, faz parte do amar, do corpo quente e do ser em chamar. Do lugar perfeito e da simples entrega, que os lábios deixam, que o gosto penetra.
Eu te quero, com pão ou sem o não, um sim por ação. Não troco teu beijo por nada. Mesmo num tom desafinado eu te amo, os meus ouvidos já se acostumaram com timbre no celular, nas mensagens instantâneas, do dia que virá, em que eu poderei te encontrar... e reconhecer tua face na multidão, na estação.
Minha garganta não produz as palavras certas, quando estou com você.
Minha mente está concentrada na tua imagem, rosto do quero ficar com a dose do abrigo perfeito.
Não tenho palavras quando estou dialogando com a tua voz, não tenho ação quando vejo tua foto. A estação insiste em nos separar, em deixar você ai, e eu ficar com saudades aqui, minha forma de presentear teu coração é depositando meu carinho na urna a tua afeição, com resultado sem opinião, camuflado no desejo escondido nas entranhas do amor perdido que só gera em nós um arrependimento tolo que carrega as ideias de lâmpadas apagadas. Tiro o chapéu para tua felicidade, ela faz com que a vida flua como riacho na memória do continuo. que faz com que o peito sofra sem a causa exata, nem o porquê respondido.
O meu querer não quer outra pessoa, não quer comparar com sua ausência com minha infelicidade, não quer comprar briga sem razão aparente, não quer neutralizar teu sentimento de amar.
Quer amar com carinho, e o carinho quer amar com o querer. Faça-me um convite, tenho certeza que a alma que te ama dirá sim, e se renderá.
Junte a tua mão a minha, segue firme sem reservas, minha alma te quer, com toda força contida nela, sem restrições, sem reservas.
Não posso dizer que não te amo, pois por menor que essa partícula seja, faz parte do amar, do corpo quente e do ser em chamar. Do lugar perfeito e da simples entrega, que os lábios deixam, que o gosto penetra.
Eu te quero, com pão ou sem o não, um sim por ação. Não troco teu beijo por nada. Mesmo num tom desafinado eu te amo, os meus ouvidos já se acostumaram com timbre no celular, nas mensagens instantâneas, do dia que virá, em que eu poderei te encontrar... e reconhecer tua face na multidão, na estação.
Histórias para dormir - A ovelha Graça.
“Cuidado, não faça aliança com teu inimigo”
Em um vale de verde esplêndido, onde os lírios nascem em sua plenitude habita uma pequenina ovelha. Seu nome traduz favor, seu nome é Graça. Ela era a única do vale, a única de sua espécie, ela era preciosa. Branca como a neve era a sua suprema qualidade, era seu diferencial, e ao mesmo tempo era sua simplicidade. Sozinha. Sem abrigo. Sonhava em escalar e subir as altas montanhas do “Futuro vindouro”, pois ouvira nas histórias antigas do “vale da decisão”, que atrás das montanhas havia um aprisco, e neste imenso aprisco as ovelhas não corriam perigo, tinham boa alimentação e proteção do “Grande Pastor” de nome Aba*. Graça sonhava com esse dia. Graça tinha medo de se sujar. Graça não conhecia as dificuldades, por isso habitava entre os juncos de lírios, a beira do rio do descanso oportuno, ela tinha tudo para ficar acomodada, e assim o fez. Ela tinha um sonho como qualquer animal do vale da decisão, mas achava em seu coração dificultoso e fadonho lutar por eles.
Graça era muito vaidosa, e de fato era agradável aos olhos, o Velho Tempo com toda a sua sabedoria a chamava de resplendor, por que dizia ele, que quando via Graça caminhado por entre os lírios, era como um pedaço de algodão com luz, e o Velho Tempo amava o resplendor. E já tinha feito um pedido de casamento para a pequenina ovelha. Ele disse certa vez: -Casa-se comigo Graça, te farei imortal e habitarás no vale para sempre, porém a ovelhinha recusou o pedido do velho. E disse em voz alta: - Tu és velho demais para mim. Graça era acomodada, pensava apenas no tempo presente, como era ingênua sempre ia pedir conselhos a astuta serpente, de nome Altivez. A serpente queria devorar a Graça, mas a boba ovelha não percebia as artimanhas da víbora. Não
sabia que tudo o que a serpente queria era provar sua carne. Em um dia desces, a ovelha acordou como de costume e saiu para ruminar uma deliciosa porção de capim com orvalho, ela não sabia que seu dia seria marcado pelo coração astuto, porém mal da víbora. A serpente que não dormiu a noite, fez um buraco no solo macio, que caberia uma ovelha, a Graça. Seguindo seu caminho tranquilamente, Graça foi surpreendida pela emboscada bem arquitetada da serpente que já estava à espera da tonta. Ela caiu como planejado, pensou a astuta serpente, que não quis diálogo com a ovelha, sendo assim Graça foi devorada pela amiga-da-onça, na verdade Graça foi devorada pela sua tolice, fez aliança com o inimigo e não sabia. E junto com ela foram seu sonhos de escalar as montanhas e de conhecer O Pastor, de conhecer Aba.
ABA: em grego significa Pai*
Texto retirado com permissão do Livro - Crônicas Eternais - capítulo12 - pág 1.769
Ed. Fragmentos
19 de novembro de 2010
Antes de dormir...
Ainda penso em tudo antes de dormir.
Faço minhas orações e pesso a papai do céu que te guarde do mal, do ruim.
Acredito que uma simples prece noturna, trás calmaria no dia seguinte, fazendo com que a dor do peito passe depressa, ligeiramente.
Ainda deixo a janela do meu quarto aberta, acredito que a brisa da noite refresca o quente, levando consigo o perdido, o ontem.
Ainda olho para o céu negro com estrelas pontilhando tua imagem, teu sorriso... faço preces ao céu.
Lembro-me de tudo antes de dormir, do ardor, do espinho, do tapa na face, do desprezo, do inesperado.
Recordo-me antes de dormir do dia que passou, do tempo que findou, das palavras que foram proferidas e não voltam mais, ficam no esquecimento do ser machucado, do maltratado, do beijo molhado na partida rápida, sem espaço, sempre descalço.
Repito as mesmas frases antes de dormir, falo sozinho com meu pensamento adormecido, ele me deixa falando sozinho; de vez em quando ele desperta, sem forma, vazio.
Alta madrugada... os ponteiros se estacionaram, na garganta, na voz, no fôlego.
Vejo você antes de dormir, do mesmo jeito que sonhei na noite passada,
18 de novembro de 2010
Uma estação - Meu interior.
Meu coração estava acelerado naquele dia, não sabia o que se movia, se era o trem ou meu interior aguardando o nosso encontro, o nosso olhar. Eu confesso que meu coração dizia pra mim que era você, mas como não sei ler o coração alheio, não sei dizer o que dizia teu coração.
Perdido estava em minhas emoções mais profundas, por isso não conseguia me expressar da melhor forma, estava anestesiado, alegre. Tinha encontrado uma possibilidade. Tinha encontrado um motivo para forçar meu coração á sorrir de mim. Há pulsar dentro de mim.
Dessa vez a trilha sonora foi diferente, havia acordes de flautas oitavados com suspense, com mãos tremulas e suor excessivo. Ingredientes do tal do amor. Eu estava parado em mim, você em movimento pra si, de lá pra cá a sonoridade aumentava. Na estação do meu interior. Naquele momento tudo parou. Você era real o suficiente, o que era lenda ganhou vida, saiu do ouvir falar e se materializou no prazer da companhia bem esperada.
Estava com medo do escuro, porém estavas ao meu lado, tocou em meus ombros.
Naquele encontro eu não precisava da voz, do toque, nem das risadas, somente precisava olhar pra ti, saber que estava ali.
O encontro do perto com o longe. Da estação norte com a estação leste. Da mochila com o óculos escuro na mão. Do pouco e do tudo. Do normal com o belo. Naquele encontro eu tinha encontrado uma das melhores flores do jardineiro, sua essência, suas pétalas, sua fragrância eram diferentes. Eram de uma boa colheita.
Eu descobrir então...
Que o teu colchão é o melhor colchão que existe. Que o teu edredom é o mais macio, e que não precisava de mais nada, somente daquela noite que passamos juntos.
Obrigado por tudo...ainda há possibilidades...?
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