29 de junho de 2012

Lançando-se























Hoje preciso lançar minha alma ao mar, como rede, como se não tivesse absolutamente nada de mim mesmo para pescar, daí a minha atitude será heroica e predestinada peripécias incomuns, serei uma alma fugitiva dentro de mim, dentro do imenso vazio que me persegue, dentro do estado catastrófico que repudio, porém sou sobrevivente dessas marés involuntárias, coisas que só a lua pode suportar, corrijo-me de falhas que não costumo mais dizer as pessoas, resisto ao olhar da miragem estranha que se esconde na escuridão interior e acha está perdida.