9 de dezembro de 2010
7 de dezembro de 2010
Como se nada tivesse acontecido.
Passei pela mesma rua do "Ontem", e lá continuam pelo chão as mesma pétalas da relação terminada.
O dia cinza, deixa tudo sem cor, o alegre entre meu eu e você ficou de lado, com o descaso da palavra.
E tudo chegaria ao fundo do poço com uma pequena frase - " Eu não quero continuar a o seu lado"
Eu estou na mesma rua, na mesma amargura, como se a alma estivesse envolta por ataduras, na realidade sou uma múmia, mumificada pela paixão acabada, pelo elo quebrado e pela atormentada saudade, que me fecha em um cruzamento sem me deixar partir.Só estou vivo, pois há sobras.
Só caminho, pois sou arrastado, levado pelas cordas do adeus fora de hora, da precipitação angustiante.
Só me machuco porque ainda acredito no novo.
O que me sobrou foi o hoje, sem causa, sem efeito na rua do medo, com a esquina das pétalas deixadas no chão, sem convicção, sem atração.
Um dia eu aprendo, um dia eu ensino, e no tempo presente, vivo como se nada tivesse acontecido.
6 de dezembro de 2010
Um dia vc existiu
Eu tinha a plena certeza que a luz do teu olhar conseguiria banir minha escuridão temporal.
E minhas fantasias fariam parte das páginas de tua vida, com alegria, com entusiasmo.
Sem saber por onde andar mostrastes a estrada estreita no sertão de meus pecados, ao nordeste dos sonhos realizados, tudo era constante, parcelado em fragmentos da decisão bem sucedida.
“O céu está mais azul, mais sonoro, mais audível do que nunca.
Acordes circulam sobre nós meu amor...” - dizia o coração apaixonado.
O meu tolo coração ainda acredita em contos, em sussurros ao pé do ouvido, ainda acredita nas palavras do teu ser, que saem da compreensão de dois sentimentos que estão em cima do muro, do lado sul da ironia da tua língua. Mesmo sabendo que não devo dar-te ouvidos, o meu ouvido ainda esculta tuas palavras e as “guarda na caixinha de segredos do coração permanente.”
Um dia aprenderei que atalhos para o amor podem trazer perigos constantes e caminhos direcionados pela pessoa errada causa sangramento na alma e morte do espírito.
Um dia não cairei na armadilha do Te amo precipitado, e não deixarei angustiado o órgão que pulsa por viver pra ti.
Um dia criarei imunidade, anticorpos contra tua presença inesperada e teu querer não contagiará meu corpo, não cairei em tua lábia, não cairei mais em ti.
O Rafah ainda espera...
Estava ouvindo nossa canção, lembrei das batidas do teu coração.
Elas chamam pelo meu nome, pelos meus beijos, pela minha dedicação.
Meu amor por ti já virou devoção!
Preces e preces para que voltes e me abrace, logo após a tempestade.
E com calmaria sejas meu leito, meu cobertor, meu amor.
O Rafah ainda te espera, o Rafah ainda te quer!
Procura o sentido de viver em cada manhã,
sondo meu interior e caio em você, no “I Love You”, no “Forever”
Isso gera forças para que meu eu fique de pé e caminhe.
Alimento, colher após colher é a tua fala pra mim.
O Rafah ainda canta a melodia correta do amor contínuo.
E mesmo desafinado canta, mesmo rouco canta.
Descobriu que a canção que sai do coração angustiado, rompe muros, quebra ferrolhos de ferro.
E traz liberdade ao coração aprisionado pelo sentimento de perda da paixão significante.
O coração insiste em cantar, acredita na composição da partitura do querer e permanece de pé!
O Rafah ainda espera por teu carinho, pela ponta dos teus dedos.
Pelos acordes dos violinos do ser arrepiado, calado por esperar, por amar.
Pra tua mão sou a luva, e sobre teu rosto a chuva.
Tua toalha, teu guardanapo, tua folha de papel.
A ponta da caneta, que escreves, e espera na mesma vírgula pra recomeçar no mesmo ponto-final.
Elas chamam pelo meu nome, pelos meus beijos, pela minha dedicação.
Meu amor por ti já virou devoção!
Preces e preces para que voltes e me abrace, logo após a tempestade.
E com calmaria sejas meu leito, meu cobertor, meu amor.
O Rafah ainda te espera, o Rafah ainda te quer!
Procura o sentido de viver em cada manhã,
sondo meu interior e caio em você, no “I Love You”, no “Forever”
Isso gera forças para que meu eu fique de pé e caminhe.
Alimento, colher após colher é a tua fala pra mim.
O Rafah ainda canta a melodia correta do amor contínuo.
E mesmo desafinado canta, mesmo rouco canta.
Descobriu que a canção que sai do coração angustiado, rompe muros, quebra ferrolhos de ferro.
E traz liberdade ao coração aprisionado pelo sentimento de perda da paixão significante.
O coração insiste em cantar, acredita na composição da partitura do querer e permanece de pé!
O Rafah ainda espera por teu carinho, pela ponta dos teus dedos.
Pelos acordes dos violinos do ser arrepiado, calado por esperar, por amar.
Pra tua mão sou a luva, e sobre teu rosto a chuva.
Tua toalha, teu guardanapo, tua folha de papel.
A ponta da caneta, que escreves, e espera na mesma vírgula pra recomeçar no mesmo ponto-final.
3 de dezembro de 2010
Tropa de Elite 3
Tem toalha na mesa, pão e leite
O jornal recém comprado, traz a notícia
Do que aconteceu, do que irá acontecer
A onda de informações levanta grades
Não deixa o pai de família sair de casa
para o trabalho, para o labor diário
Que traz honra e satisfação
A mente produz ousadia
Faz com que o pai de família saia de casa
Um beijo na esposa, um abraço no filho
A porta bate, o “Adeus fica”, e o “Deus te acompanhe” vai
Lá fora incertezas, concretos, barracos
Vielas, becos, escadas, a decida é perigosa
Ele insiste, ele vai... precisa ganhar o dia de trabalho
O morro está cercado, o filme “Tropa de Elite” ganha vida real
O pai de família continua, tem medo da bala perdida
De deixar seu filhos órfãos e sua esposa viúva
Descendo o morro ele se apega com o grande, com Deus
Faz o sinal da cruz, sua proteção
A polícia pacificadora está aos milhares
Armas são a proteção do filho do homem
Bandidos, traficantes, milícia do mal, fogem matagal á dentro
Uma mansão no meio da favela, o seio do traficante é encontrado
O pavor está no rosto do inocente, do sem culpa
Tiro após tiro, um corpo é acertado
Corpo de trabalho, corpo de honra, corpo que ama sua família
Um tiro, tira a vida, traz a morte
O pai de família não chega aos pés do moro
Não consegue concluir seu trajeto ao trabalho
Deixa seu lar, sua esposa, seus filhos
Deixa a dor, deixa a sede de justiça
Deixa interrogações, perguntas e perguntas
De onde saiu a bala que acertou o inocente?
Do traficante ou do militar?
Do que gera a guerra ou traz a paz?
O que se sabe é: uma alma foi sacrificada, sem nada dever
O que será de nós !
O filme “Tropa de Elite 3” está no ar.
1 de dezembro de 2010
Simplesmente leia:
1-2-3
Respire fundo...
Não percas a cabeça com a fala do insensato ou daquele que não possui freios na boca.
Um comprimido da palavra moderada é suficiente para neutralizar uma dor de cabeça desnecessária.
Alimente-se tranquilamente da boa ação, do sorriso no rosto, da brincadeira de criança.
É melhor tomar um copo de água da paciência do que refrigerante da ira acelerada.
1-2-3
Respire fundo...
Não é hora de parar, de freiar, de passar a borracha, de deixar pra lá.
Tens condições o bastante para atingir o topo, a torre norte das realizações.
Ainda da tempo de se apaixonar novamente, de ser feliz com o pouco, com a pequena fatia do bolo do amor à primeira vista.
Ligue para um amigo, ligue para a sua dor momentânea, dor que passa com um abraço apertado.
Mande um e-mail para a alma arrojada, que precisa de motivação para o dia, para cada amanhecer.
Corra pelos campos, suba as montanhas, colha flores, prove frutos da sabedoria eternal.
Estenda a mão ao que precisa, não humilhe teu próximo, teu amigo, aquele que te ouve sempre.
Invista na pequena semente, na semente de grãos, ela dá frutos de 100 por 1.
Ainda da tempo de muita coisa boa, eu pesso a você que aproveite o máximo do seu tempo com coisas boas, ocupe sua mente com o excelente, com o de boa aparência, e fuja sempre do coração mal intencionado, corra da víbora, do que tem pele de ovelha, mas não é...
Ainda dá tempo!
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