2 de maio de 2012

Chão...






Não é que eu tenha um coração fraco, na concepção da boa escrita eu fico sem chão. Há ninguém devo satisfação de mim mesmo, acredito, mesmo que temporário nas indiretas dos teus olhos, nas curvas dos teus cabelos, no molejo da tua dança, na promiscuidade dos teus beijos, todos esses detalhes são ruas de alguém que anda e não encontra nada, andarilho de quem já fui levado pelo estado de aceitação, uma neura-sentimental que só encarece meu estado de espirito, deixando-me só. Meu eu no espelho.