16 de fevereiro de 2012

O que sou...


Por que digeristes o arrepio da minha pergunta? E ao invés de compartilhar a resposta, há sufocaste?


Não seria eu o deu delírio, o amante da madrugada, o silêncio em teu quarto envelhecido?


Saberias quem eu sou, se prestastes a atenção nas gotas da chuva, nas rachaduras nas mobilhas potreadas pela saliva incontrolável de tua vontade.
No colicitante balbuciar de ligeiras e corriqueiras asas de afirmações sem aquele tom de liberdade, pusesse em jogo a minha adrenalina e afogaste em balde a minha imaginação, meus sonhos mais utópicos.
Como lhe disse em tempo oportuno, Deixei te ir sem medo que retornastes com um furor alterado, pus as aspas no lugar certo, corrijo a insegurança e calibro a temperança vã.