18 de junho de 2011

O sonoro já foi pervertido, ingerido pelo ouvido, e nesse sangue derrama a um significado – só não sei qual é.
É como perder-se no sono, na fala, no sossego. 
E como vitrola antiga não soar som algum, é tido como morto – imortal no ponto de vista do olhar, da menina dos olhos.
E no tira-teima da dúvida ignorá-la, correr o bastante e abraçar,
realmente cheirar-te e saber que és tudo pra mim...