17 de fevereiro de 2012

Infinito Teu...



Quando couber tudo na alma, dá pra sentir o infinito teu.
Quando tudo perdido está, reconstruo do nada usando apenas a imaginação, as cenas brotam, o ressentimento desaparece.
E desligo de apto o meu desleixo amedrontado, e aos poucos a satisfação de andar de bicicleta me encoraja, sustentando-me em risadas e falta de fôlego. O que descubro é uma repentina falta de não saber o que fazer depois da despedida, coisas de gente inocente demais...
Nas diretrizes de um futuro incerto, calço-me de uma atrevida e anestesiada coleta de pontos, de asteriscos, fazendo com que o meu sentido fique apurado novamente.  A respiração ofegante que sinto nada mais é que a falta que você me faz, entre minha distância acovardada pela insensatez indomada de não poder calcular a tua ausência. Porém a vida, a grandiosa, sempre deixa um rastro de sorrisos na nossa vivência sofrida, daí a gente pode ter conclusões que nada acontece por acaso, e já sabemos que o ocaso é apenas uma pausa na partitura.

16 de fevereiro de 2012

O que sou...


Por que digeristes o arrepio da minha pergunta? E ao invés de compartilhar a resposta, há sufocaste?


Não seria eu o deu delírio, o amante da madrugada, o silêncio em teu quarto envelhecido?


Saberias quem eu sou, se prestastes a atenção nas gotas da chuva, nas rachaduras nas mobilhas potreadas pela saliva incontrolável de tua vontade.
No colicitante balbuciar de ligeiras e corriqueiras asas de afirmações sem aquele tom de liberdade, pusesse em jogo a minha adrenalina e afogaste em balde a minha imaginação, meus sonhos mais utópicos.
Como lhe disse em tempo oportuno, Deixei te ir sem medo que retornastes com um furor alterado, pus as aspas no lugar certo, corrijo a insegurança e calibro a temperança vã. 
 

14 de fevereiro de 2012

Esperar...


Insistir em seguir as reticências por um momento pode ser esclarecedor e dar ênfase a espera.
Já que sou letra, aproximo-me das avenidas que circulam tem teus pensamentos, lá a espera sempre foi maior.

10 de fevereiro de 2012

na ponta da linha

....Sigo as linhas do ocaso.
De vez enquanto eu chego à outra ponta.
Só não sei muito que dizer, repousa minhas pálpebras.
Linhas impetuosas, falantes ao exagerado, não prometo conduta plena,
Apenas o que minha alma almeja.

2 de fevereiro de 2012

Heloísa Rosa

Victor & Leo - Vida Boa

Dizeres...



É um motivo único carbonizado pelo instante impreciso, era o que eu contemplava ser. Seja bem vindo o motivo pelo qual eu almejo crescer, era o que dizia meu entusiasmo ofegante. Bendito o que nasce em mim com raízes corajosas, era o que gritava minha visão atenta, meu âmago. 






Foto: Flickr.com