16 de março de 2012

Em um sorriso...




Como em um disco perdido do tempo, empoeirado pela ignorância de uma sonoridade perdida e acostumada a querer sempre o novo, desprezaste o enredo do cotidiano, digo o sabor da vivência. Deixou de lado o bem querer, as cantigas de roda, o ilustre repetido em festejo. Uma pena.
Peço a ti que nunca esqueça seu sorriso sagrado, nunca o guarde em gavetas, nunca o escondas. O divino foi derramado em teus lábios, e não me divorcio disto jamais, está santificado pelo alto, pelo invisível, e esses critérios tu o reconheces muito bem.
Nunca o afogues em baldes de tristezas, nunca o deixes pendurado em murro predestinado a desabar. Jamais pendure em varal. Jamais o enterre!